Walter Salles

O exílio, a errância e a busca da identidade são os temas centrais das obras de ficção e dos documentários dirigidos por Walter Salles.

Abril Despedaçado, inspirado no romance homônimo de Ismail Kadaré, foi indicado como Melhor Filme Estrangeiro pela Hollywood Foreign Press Association, pelo National Board of Review e pela British Academy of Film and Television Arts. O filme ganhou o Prêmio do Público Jovem (Leoncino d'Oro) no 58º Festival Internacional de Cinema de Veneza.

Central do Brasil ganhou 55 prêmios internacionais, inclusive o Urso de Ouro no Festival de Berlim em 1998, o Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro, o prêmio de Melhor Filme Estrangeiro da National Board of Review, e o de Melhor Filme Estrangeiro da BAFTA (British Academy of Film, Television and Arts).

Terra Estrangeira, co-dirigido com Daniela Thomas em 1995, ganhou oito prêmios internacionais (entre eles, o Grande Prêmio do Público nas Rencontres Internationales de Cinéma de Paris, no Festival de Bergamo e no Festival de Belfort; o de Melhor Filme do Ano, segundo o público e a crítica, da Associação dos Críticos - SESI) e foi selecionado por mais de 40 festivais.

Seus documentários, como Socorro Nobre e Krajcberg, o Poeta dos Vestígios, ganharam prêmios em vários festivais, incluindo o Fipa d'Or, e o de Melhor Documentário de Pesquisa e o Prêmio do Público no Festival dei Popoli, na Itália.


Salles também produziu este ano os primeiros longa-metragens de jovens realizadores brasileiros, como Karim Aïnouz (Madame Satã), Kátia Lund e Fernando Mereilles (Cidade de Deus), e Sérgio Machado (Onde a Terra Acaba).

 

 

 
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